O mar deve ter um coração

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(Foto: Paula Paiva Paulo/G1)

Em interessante matéria publicada por Paula Paiva Paulo, no G1, pai e filho de uma aldeia indígena do Mato Grosso, acostumados com a água doce do rio Papagaio, foram conhecer a água salgada do mar de Santos.

Vieram a São Paulo, convidados para participar de um seminário sobre as modalidades da fala entre os indígenas.

Hesitantes a principio, um deles comentou sobre a água muito salgada e grudenta, enquanto o outro comparou o vai e vem das ondas com o movimento de um coração.

“As águas vão e voltam, nunca correm só numa direção. Ele é como o sangue do nosso corpo, que pulsa sem parar. Por isso o mar deve ter um coração também, que nem a gente”.

Para o povo Myky, os elementos da natureza têm um “dono espiritual” e podem morrer se não forem cuidados.

Leiam a matéria completa em https://g1.globo.com/olha-que-legal/noticia/2018/07/20/indios-do-mato-grosso-veem-o-mar-pela-primeira-vez-em-santos-veja-video.ghtml

Patrícia Rati

(Publicado em 10 de agosto de 2018)

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